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A linguagem
que ignora a perfeição
Os
negócios no Brasil têm sido predatórios
no uso da lingua pátria . Mensagens publicitárias
sacrificam o bom português na maior falta de cerimônia.
A televisão, a música, as conversas entre os
chamados executivos ( na verdade há apenas executores
e executados) , deixam cada vez mais distante o que se entendia
por uma linguagem clara e objetiva. As expressões hoje
são impessoais, assépticas, sem calor e intimidade.
Um reflexo do frágil equilíbrio entre o conhecimento
e o lucro.
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